quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Plataforma Vibratória x Osteoporose

O conceito científico da estimulação neuromuscular por vibração foi desenvolvido na década de 80, na antiga União Soviética, com o propósito de combater a perda de densidade óssea e massa muscular em astronautas durante a permanência deles em atmosfera sem ação de força gravitacional.

A osteoporose, na qual os ossos se tornam porosos e partem com facilmente, é uma das doenças mundiais mais comuns e debilitantes. O resultado: dores, perda de movimento, incapacidade de realizar tarefas diárias e, em alguns casos, morte. Em todo o mundo, uma em cada três mulheres com mais de 50 anos irá sofrer fraturas osteoporóticas e o mesmo acontecerá a um em cada cinco homens. A osteoporose pode, até certa medida, ser prevenida, caso seja facilmente diagnosticada e se os tratamentos efetivos sejam disponibilizados. No entanto, a osteoporose fica, muitas vezes, por diagnosticar ou por tratar, o que deixa as pessoas num risco desnecessário de fratura.

Não é novidade que os estímulos físicos são extremamente importantes para o osso e que qualquer tipo de exercício pode ser considerado estimulador da formação de massa óssea. Entre os métodos físicos de tratamento de doenças ósseas, a plataforma vibratória foi sem dúvida o mais estudado.

Chamada de terapia de movimento dinâmico, o tratamento prevê o uso de uma plataforma vibratória para tratar osteopenia e osteoporose. Seu princípio é simples: a máquina começa a vibrar sob o peso do paciente. Embora a trepidação seja levíssima, para conseguir se equilibrar a pessoa contrai instintivamente todos os músculos do corpo. É essa contração que detona o processo fisiológico que causa microlesões nos ossos. Para reparar o dano, o organismo, então, aumenta a produção de células de reconstrução óssea - e faz o esqueleto fortalecer-se contra possíveis novas agressões, entre elas a osteoporose. O segredo da nova tecnologia está na precisão das vibrações: não importa o peso da pessoa, a máquina está programada para fazer com que os músculos se contraiam 35 vezes por segundo, a intensidade mínima necessária para estimular a reconstrução óssea.

A plataforma vibratória estimula exatamente as fibras de ação rápida, além de incentivar a formação de massa óssea, o que faz com que a musculatura do idoso melhore, impedindo que ele sofra mais quedas. Com o estímulo da plataforma, esses indivíduos passam a ter mais força para fazer suas atividades diárias. As plataformas vibratórias são indicadas como tratamento coadjuvante da osteoporose. Um estudo realizado nos Estados Unidos com 70 mulheres na fase pós-menopausa mostrou que vibrações de baixa intensidade aplicadas durante 20 minutos diários podem inibir efetivamente a perda óssea na região da coluna e do fêmur. É importante ressaltar que, apesar de sua eficácia, as plataformas vibratórias não dispensam o tratamento farmacológico da doença, decisivo para a evolução do quadro clínico. Prevenir a osteoporose é mais fácil que tratar.

Fonte: Cruzeiro do Vale

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

3 caminhada Corporale Saúde 24/08/2014


Um dia lindo, pessoas especiais, muita disposição, saúde e alegria!!!











































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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Alho: Melhore sua imunidade

Inverno.  Dias mais frios. É bom aumentar o consumo de alho, já que esse alimento tem a capacidade de aumentar as defesas do nosso organismo, contribuindo com a melhora da imunidade. O alho também tem em sua composição algumas vitaminas: A, B1, B2, C e minerais como cálcio, enxofre, iodo, magnésio, selênio, sódio e zinco. Em 1858 o microbiologista francês Louis Pasteur descobriu as propriedades bactericidas do alho. Durante a Primeira Guerra Mundial, o alho foi amplamente utilizado em curativos para prevenir infecções. Dentre as suas funções, destacam-se a capacidade de reduzir a pressão arterial, baixar o colesterol, contribuir com a glicemia sanguínea, atividade antiviral, antibactericida e antifúngica, o que torna o alimento um excelente recurso para fortalecer o sistema imunológico.

Quantos dentes de alho devemos consumir?

A maior parte dos estudos  mostrando benefícios (principalmente para a saúde cardiovascular) utilizou doses de 600-900mg/dia, fornecendo aproximadamente 3.6-5.4mg de alicina (princípio ativo do alho). Isso corresponde a 1 dente de alho grande  cru ou 2 dentes pequenos por dia.

Como devemos consumir o alho?

O princípio ativo presente no alho que é responsável pela ação biológica na defesa do organismo chama-se alicina. O alho fresco fornece a aliina, um aminoácido sulfurado que se transforma em alicina, após a ação da aliinase (enzima). A melhor forma de consumir o alho para aproveitar suas propriedades é triturar, amassar ou picar o alho e deixar 10 minutos em repouso antes do preparo. Esse é o tempo para permitir a ação da aliinase, processo que converte a aliina em alicina.
O alho cozido não possui os mesmos efeitos do alho in natura. O aquecimento (processamento térmico) resulta na redução da ação da aliinase.  Assim, como os princípios ativos do alho são muito sensíveis ao calor, recomenda-se o consumo do alho na sua forma crua.
Sugestão: picado na salada, no molho da salada, ou em sanduíches. Uma forma de facilitar a assimilação dos princípios ativos do alho é dissolvê-lo em um pouco de óleo (ex: azeite de oliva)

Qual é a melhor forma de armazenamento?

A pasta de alho pode ser deixada pronta na geladeira, não perdendo as suas propriedades.
Observação: O alho pode reduzir a pressão arterial. Assim, pessoas que tomam medicamento para reduzir a pressão, devem tomar cuidado para não ingeri-lo em grande quantidade, o que poderá favorecer ainda mais a redução da pressão. Consulte sempre o seu médico.

Fonte: Viver Bem